Um beijo, um lugar....um túmulo profanado. 




Pelo cemitério em brumas , ele partia 





e vestida de amor, mistério e pecado, 




invadia o sonho daquele que dormia. 



Ele, alma nostálgica, sabor do passado 




e que orvalhava triste sobre a campa fria 




não esperava fant
asma ressuscitado 






A amar-lhe na treva em doce melancolia 



Unado seu sangue ardente percorreu-lhe o peito 



junto às sombras nupciais naquele leito, 




uma epopeia tenebrosa ali fluía 

E ao fim desse maneirismo que a luz encerra, 


ela retornava ao seu leito sob a terra, 



ele de afãs crepusculares só morria.... 

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